Rio Grande do Sul: um estado mínimo pela previdência

O comprometimento alto e crescente da receita com previdência social é que, de fato, está conduzindo ao estado mínimo, porque, cada vez mais, sobram menos recursos para o atendimento das demais funções de governo, inclusive para remunerar melhor os servidores em atividade. É o estado inchado e não o enxuto que se transformará em estado mínimo. Do mesmo autor em “A Previdência Social no Brasil: 1923-2009 – Uma Visão Econômica”, lançado em 2009.

 

A frase em epígrafe está cada vez mais atual. Por isso, coloquei-a nessa condição do texto que desenvolvo a seguir.Das três funções em que o Estado do RS deveria dar ênfase, em duas delas, os valores aplicados seriam suficientes para o atendimento das demandas sociais, mas não o são, porque a maioria deles é canalizada para o custeio das despesas previdenciárias, conforme veremos adiante. As funções citadas são a Segurança Pública e a Educação. Os altos dispêndios com previdência também em outros setores dificultam o cumprimento dos percentuais constitucionais estabelecidos para a saúde pública.

Para ler o texto completo, com tabelas e  gráficos, acesse aqui o arquivo: RS um Estado mínimo pela Previdência

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